jingle 4Confira abaixo a entrevista que o Ed deu para a Pittsburgh Post-Gazette, TRADUZIDA:

Um bobo coreano dançante ou um acústico indie-folk sobre uma garota que vende seu corpo por drogas? – é dífícel dizer qual foi o hit mais improvável de 2012.

O último e de “The A Team”, veio de Ed Sheeran, um britânico de 21 anos de idade, que segue os passos de James Blunt e Damien Rice, grandes influências que cada um teve na onda de sucesso.

Agora, é a vez de Sr. Sheeran. O cantor e compositor, que fará sua estréia em Pittsburgh, na segunda-feira, no Stage AE, que  teve seu inicio precoce, lançando seu primeiro EP “The Orange Room”, em 2005, quando tinha 14 anos, e seu auto-intitulado álbum de um ano depois. Em 2008, ele mudou-se de Yorkshire para Londres, onde começou a tocar em qualquer lugar que ele podia, obtendo um total de 312 shows em 2009.

No ano seguinte ele lançou o Ep “The A Team” e voou para LA para tocar em clubes. Lá ele foi descoberto por Jamie Foxx, que o deixou ficar em sua casa e usar seu estúdio de gravação.

Seu EP “No. 5 Collaborations Project”, liderou as paradas do iTunes e o fez fazer um acordo com a Asylum/Atlantic. Sua estréia na gravadora foi com seu álbum “+”, mostrando seu alcance com um sensível neo-folkie que também faz rap, tornando-se um sucesso mundial, indo para o No.5 dos charts dos EUA. “The A team” está nomeada como “Canção do Ano” no Grammy.

Junto com isso, o jovem cantor e compositor trabalhou em três músicas com o One Direction e também trabalhou com Taylor Swift em “Everything Has Changed”, uma canção do seu novo álbum “Red”. Quando ela lançar sua turnê de verão, ele (Ed) vai ser um de seus abridores.

– Então, como você está se acostumando a tocar para multidões maiores?

Vou ficando cada vez mais animado por quanto maior for o show. E o desafio é aumentando cade vez mais o público. Toquei para 10.000 pessoas, e amanhã toco para 12.000, de modo que sempre o próximo será mais pessoas. É apenas divertido.

– Quando se procura por “Ed Sheeran” no google, há sempre uma fofoca sobre quem você está namorando. Você acha que vai se tornar um desses artistas?

Eu não acho que, necessariamente, eu vou acabar como um desses artistas. Eu só acho que estou passando por essa fase por causa das pessoas que eu estou associado.

– Isso é um motivo de preocupação por atingir esse tipo de público, por ser meio inconstante?

Nem um pouco. Estou vendendo ingressos, estou vendendo CDs, e estou tendo um ótimo momento fazendo isso. Vamos ver se irão gostar, também, quando o segundo álbum sair, mas no momento tem sido tudo muito bom.

– Você acha que “The A Team” tinha o potencial para ser um hit do top 40?

Quando eu escrevi essa música, eu não tinha absolutamente nenhuma pista sobre seu potencial, porque eu escrevi quando tinha 18 anos, não tinha onde morar e sem nenhum dinheiro. Estava apenas tocando essa música todas as noites, e acabou tocando na rádio do Reino Unido e tornado um sucesso aqui, atingindo Irlanda, Europa, Austrália e Japão. Isso parecia surreal, além do mais ter uma música com esse tipo de assunto “escuro” no top 40 parecia impossível, então fiquei muito surpreso e agradecido por ter acontecido.

– Você foi influenciado por Damien Rice e James Blunt. Ambos tinha uma passagem mas meio que desbotou. Você já olhou para o que eles já fizeram e pensou sobre como manter sua proxima etapa aberta em sua carreira?

Claro. Os dois estão na minha gravadora, então eu sei exatamente o que aconteceu. Meu gerente gerencia James Blunt também. Mas com Damien, ele nunca quis esse nível de sucesso e, basicamente, parou de fazer entrevistas e se mudou para a Irlanda. E com James, ele teve um único grande single, e com seu próximo single, nenhuma gravadora tocou porque eles estavam apenas experimentando ainda. Ter uma carreira gerenciável é apenas uma espécie de dar os passos certo e acho que – espero – que eu tenha a equipe certa em torno de mim para me aconselhar sobre isso, mas como eu disse, vamos ver o que acontece no próximo álbum. Eu não vou ficar extremamente rico, mas eu também não estou indo para a falência.

– Você foi influenciado por Glen Hansard?

Não, eu ouvi Glen Hansard pela primeira vez quando a canção “Once” saiu. Meu primo era tipo que um fã. Mas acho Glen incrível.Eu só não tive tempo de ouvi-lo.

– Como você chegou a escrever para One Direction e outros artista pop – e porquê?

Eu nunca escrevo para alguém específico. Eu escrevo um monte de músicas que são destinadas a mim, e algumas simplesmente não encaixam comigo performando-as, então elas acabam sendo guardadas e quando alguém vem a mim e pergunta se posso lhe dar canções, eu, simplesmente, deixo escolherem. Foi assim que as músicas para outros artistas vieram.

– Como você diferencia a que é para você ou a que não é?

Eu não sei. Eu acho que qualquer música com uma espécie de tom mais escuro me serviria mais, e tem umas canções com uma sensibililidade mais pop, como “Little Things” por exemplo.

– Como você reagiu a indicação ao Grammy?

Fiquei muito surpreso, muito mesmo. E isso abriu um monte de portas.

– Como foi trabalhar com Taylor? Ela é tão brilhante quanto parece?

Foi uma surpresa realmente agradável encontrar alguém do seu nível, não só amar músicas novas, mas ser capaz de escreve-las. Você raramente consegue atingir os níveis de escrita como a dela em músicas. Entrei em uma sessão com ela e de repente a música estava pronta. Ela veio até mim com uma música que já estava uns 70% concluída e tive que preencher os espaços em branco, eu nunca tive feito isso antes e foi agradavelmente surpreendente.

– Você irá sair em turnê com ela neste verão. Como você vai lidar tocando em estádios como um artista solo?

Eu acho que vou ter que me ajustar um pouco. Trabalhando-se com 12.000 foi tipo uma construção de forma gradual. Mas eu acho que saltando de 12.000 para 60.000 pode ser uma espécie de salto no escuro, mas eu espero encontrar minha luz.

– Quando você está tocando “The A team” você começa a cantar ou eles cantam para você?

Uh, eu acho que se você pagou para ir ver alguém tocar e simplesmente o deixa tocar, pode ser um pouco decepcionante. Então, eu canto até o ultimo refrão e depois deixo eles assumirem.

Fonte: edsheeran.uswww.post-gazette.com
Tradução e Adaptação: Nick Costa



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