Post publicado por Mariana Martins no dia 28/03/2013

 

Ed Sheeran: Vindo Para a América

O cantor e compositor inglês Ed Sheeran, está conquistando cada vez mais os Estados Unidos. Ele entrou em cena no ano passado, com um som único em “The A Team” e acumulou uma grande sequência desde então com o recordista, “+”. Atualmente em turnê com Taylor Swift, Sheeran rematou seu sucesso com uma apresentação ao lado de Elton John no Grammy Awards, na cerimônia de encerramento dos Jogos Olímpicos de Londres 2012 e um em show em homenagem ao Jubileu de Diamante da rainha. Ele foi nomeado ao Grammy na categoria de “Canção do Ano” com “The A Team”, uma música que já recebeu o certificado de platina, por mais de um milhão de cópias vendidas somente nos Estados Unidos. Sheeran e Taylor Swift colaboraram em “Everything Has Changed”, um dueto que está presente no álbum dela, Red. Ele também escreveu um single do One Direction, “Little Things.”

Em meio a Red Tour, Sheeran disse um pouco sobre como tem sido insano o seu ano até agora. Veja o que ele disse:

EN: 2012 foi um ano insano para você, e você estará em grande parte do ano na Red Tour. O que vocês esperam trazer para o seu ato ao vivo desta vez?

ED: Na verdade, eu não estou muito estressado tentando capturar qualquer coisa, mas sim a atenção do público. Eu estou apenas tentando fazer um show cheio de energia e paixão, e colocar tudo pra fora. Sei que vai valer a pena.

EN: Como foi colaborar com Swift, em “Everything Has Changed”?

ED: Não foi o que você esperaria com uma canção como essa. Ela não é do tipo que escreve apressadamente. Foi uma experiência muito relaxante, e não estávamos planejando escrever uma canção naquela época. Lembro-me apenas de sair, e estar escrevendo a música. Foi um processo muito descontraído. Ela é uma grande mulher.

EN: É incrível você ter tido uma indicação ao Grammy, por uma música do seu álbum de estreia. Você já começou a escrever material para um segundo álbum?

ED: Sim, eu estarei trabalhando nisso nos próximos seis meses. O próximo álbum deve ser escrito até o final do ano e sair ano que vem.

EN: Em que momento você viu que a música não era um simples hobby?

ED: Quando eu estava na escola, tinha vontade de ir para University Hall, onde havia música o tempo todo, e eu fiz essa escolha. Mas eu nunca esperava ser tão grande.

EN: Você acha que o local onde você viveu, tenha influenciado sua música?

ED: Eu acho que tudo na minha infância e adolescência teve uma influência na minha música. Não sei se foi o lugar que eu cresci, a coleção de discos do meu pai ou os lugares que eu fui. Não tenho certeza, mas acho que tudo tenha tido uma influência, ou que pelo menos tenha deixado uma marca ou um efeito.

EN: Qual é a diferença de como sua música é recebida na Inglaterra e de como é recebida nos Estados Unidos?

ED: Tem sido muito semelhante. Levou um certo tempo nos Estados Unidos só por causa do tamanho do país. Na Inglaterra, “The A Team” fez sucesso e toca nas rádios, onde na América demorou um ano e três meses para ter uma espécie de pico. Sim, é muito diferente, mas eu vendi esse single mais na América do que na Inglaterra. Eu acho que funcionou muito bem.

EN: Como você mantém sua voz bem cuidada com a quantidade de shows que você esta fazendo?

ED: Eu apenas tento não pensar nisso. Quanto mais você se preocupar, mais vai acontecer. Eu apenas tento não pensar em manter minha voz e que ela funciona bem.

EN: Você faz vários aquecimentos antes dos shows?

ED: Sim e não. Na verdade eu canto para mim mesmo. Eu apenas nunca tive realmente um aquecimento.

EN: Você já foi para New Jersey?

ED: Não. Eu acho que na verdade nunca estive lá, somente em Nova Iorque. Estaremos fazendo três shows lá. Taylor disse que é um tempo maravilhoso com um público maravilhoso. Por isso estou ansioso para conhece-los.

EN: Com as grandes perfomances que você tem feito, tais como nos Jogos Olímpicos e no Grammy, ao lado de Elton John, como você se sente?

ED: O Grammy na verdade foi irreal, porque eu toquei com um dos maiores artistas da música – foi uma experiência incrível. Eu toquei e me senti maravilhoso, então eu apenas sentei e testemunhei o talento da música americana. Como Mumford & Sons foram incíveis, tipo, tudo me surpreendeu.

EN: Tem algum objetivo na sua carreira que você ainda não alcançou?

ED: Eu diria que é uma questão de deixar acontecer. Eu apenas gostaria de lançar mais alguns álbuns e continuar em turnê.

EN: Em que direção seu som estará indo no próximo álbum?

ED: Eu não acho que eu tenho que me preocupar com isso; o mais você tenta se concentrar nisso, mas é fora de seu controle. Eu acho que apenas será inspirado pelo que eu estou passando no momento atual. Sim, ele só vai aparecer, e aconteça o que acontecer, eu vou estar nele.

EN: Qual é o melhor conselho que os gigantes da música já lhe deram?

ED: Elton me disse apenas para ouvir e trabalhar em turnê enquanto eu posso. Seu conselho foi com relação a América. Você tem que fazer algo para tornar-se parte dela. Estive dentro e fora da América, desde o início de 2012, e agora tudo está começando a aparecer. Esta foi provavelmente a melhor parte do conselho. Para invadir a América, ao que parece.

 

Tradução e Adaptação: Matheus Scarpatti



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