banner

Ed sabe como comandar uma multidão, assim como o Flautista de Hamelin, aquele dos contos infantis. O cantor e compositor inglês de 22 anos gosta que a platéia participe de seu show e por isso os conduz como em uma orquestra. Ele os faz cantar, aplaudir e ficar totalmente em silêncio com um nível de controle digno de grandes líderes mundiais.

Como ele consegue fazer que o sigam de forma tão fácil?

“Eu acho que depois de tantos anos sendo ignorado pelas pessoas, eu tive que achar uma forma de chamar a atenção”, disse Sheeran no telefone durante uma entrevista na última semana, quando estava em Indianapolis. Ele começou a tocar profissionalmente seis anos atrás, mas que as coisas só começaram a melhorar nos últimos dois anos. Foi nessa época em que ele começou a arrastar verdadeiras multidões para seus shows.

“Eles vem pelo entretenimento”, disse Ed. “Eu acho que o truque é não enfiar a música goela abaixo dos fãs e sim pedir para que também façam algo. Você os dá opções: ‘Você canta essa música, você fica quieto, você bate palmas, você faz o que quiser.’ Dê opções a eles e então todos vão te seguir. Não dê opções e eles irão apenas aplaudir durante todo o show.

Sheeran está enfrentando novos desafios agora que está em tour com Taylor Swift. Ele costuma cantar a cappella em seus shows em solitário, quase sempre em bares ou casas pequenas. Agora, por sua vez, cantando em estádios, ele não pode utilizar desse truque.

“Estádios são o tipo de lugar onde definitivamente você não pode cantar a cappella. São grandes demais.”

Ele está usando o tempo livre em meio aos shows da RED tour para compor músicas que estarão em seu segundo álbum. Entre quarenta novas composições, ele deu certeza de que nove estarão no novo disco, ainda sem nome.

“É uma tour longa, eu fico bastante tempo na estrada então isso me dá a chance de sentar e escrever tudo o que eu quero, juntar as pontas. É melhor do que um estúdio, não tem pressão. Vou ter mais seis meses para finalizar o que quero. Tenho tempo para pensar, isso é importante.”

Perguntamos também sobre a importância do dueto com Elton John durante os Grammy desse ano, ao que Ed respondeu:

“Foi uma experiência fantástica e definitivamente ajudou a divulgar meu trabalho na América. Meu pai estava muito orgulhoso. Foi inesquecível.”

Fonte: Detroit News
Tradução e adaptação: Renata Marcon



comentários

Webstatus

Projetos

Agenda

Twitter

Facebook

Apoio

Afiliados