29.05
postado por: Natália Martins
Ed Sheeran em entrevista ao Entertainment Weekly

Ed Sheeran concedeu uma entrevista recentemente ao Entertainment Weekly onde falou sobre música, habilidades, tatuagens, encontros e muito mais. Ele inclusive foi fotografado com pedaços deliciosos de carne (fotos e vídeo ao final do post). Confira:

Ed Sheeran está mesmo sofrendo.

Ele pode ser um superstar global, mas aqui na churrascaria Dallas BBQ ele é apenas mais um cara segurando uma bandeja cheirosa de carnes – que a equipe do EW não vai deixar ele comer até terminar o ensaio fotográfico. “Me desculpem, eu só estou…”  diz Sheeran, 24, lutando. “Eu estou morrendo de fome”. Mas ele permanece como um campeão (e finalmente põe comida abaixo), enquanto nós falamos sobre dança de salão, fãs bizarros e se apresentar com Beyoncé.

EW: Bem-vindo ao Texas. Você já passou tanto tempo aqui antes?
Ed Sheeran: 
Tem uma coisa sobre as pessoas do Texas, eu acho que são muito calorosas, acolhedoras e amáveis; e todo mundo a sua volta quer te convidar para jantar, quem quer que seja. Eu me lembro do primeiro show que eu fiz na minha primeira turnê americana, eu estava em um elevador e um casal entrou e simplesmente começou a falar comigo. Na Inglaterra, se pessoas que você não conhece começarem a falar com você eles vão provavelmente te roubar, então eu fui meio cauteloso. Então eles falaram tipo, “Tudo bem, te vejo mais tarde!” E eu fiquei meio que, “Oh! Eles estavam apenas sendo gentis”. Eu realmente gosto dos texanos.

Onde é seu lar agora?
Ainda assim, onde eu cresci. Eu estava pensando em mudar para a América, mas eu sequer passo mais de uma semana na minha própria casa na Inglaterra, então eu realmente não posso garantir viver aqui.

Você tocou em muitos clubes até ser descoberto em Los Angeles. Qual foi o pior show que você já tocou?
Foi o show em um lugar chamado Exiter. Eu ganhei 50 libras por aquele show, que era como 65, 70 dólares, mas o bilhete para ir lá custava 80 libras. Então eu estava meio que, “Se eu vender os meus CDs [no show], isso provavelmente irá me ajudar a pagar o bilhete do trem.” Cheguei lá, e o local estava vazio. Só tinha eu e o engenheiro de som. Acabamos esperando uma hora. Ninguém chegou. E eu pensei, “F*da-se, vou continuar.” Então eu toquei para o engenheiro de som, e depois fui para a estação de trem e percebi que tinha perdido o último trem para Londres. Então eu tive que sentar em uma estação fria tendo sete horas para faz nada.

Em outro aspecto, qual foi o momento mais rockstar que você já teve?
Tocando com a Beyoncé. Este foi o único momento em que me senti como um rockstar. Nos meus shows, eu continuo sendo um cara desajeitado com um violão. Mas quando você está no palco com a banda de Steve Wonder, Gary Clark Jr. e Beyoncé e eles te dão uma guitarra para tocar… é quando você pode sentir um pouco de rock-y.

No vídeo de seu single ‘Sing’ você tem um dublê de fantoche que tinha um estilo muito rockstar. É daquela forma que você é geralmente?
Em uma limusine com modelos? Não. A última limusine que eu estive foi com a minha equipe, e eles reservaram uma rosa brilhante. Lembro de vê-la e ficar tipo, “Eu não vou para a estação de rádio em uma limusine, muito menos rosa, então vamos apenas pegar um táxi”. Eu acho que você pode facilmente viver o estereótipo de rockstar, mas é uma coisa de uma vez ou outra. Se você faz isso o tempo todo isso perde seu valor e perde a sua animação. Então nós vamos exagerar uma vez a cada três meses, e vamos fazer isso corretamente em vez de exagerar todas as noites.

Falando em Beyoncé, você fez uma ótima versão de ‘Drunk in Love’ e você fez cover dos raps ‘No Diggity’ e ‘I’m in Love With the Coco’ muito bem. Será que você nunca faria um álbum completo de rap ou R&B?
Eu começo cada álbum querendo fazer eles de só um gênero, mas eu acho sem graça… Um dos meus álbum favoritos é o ‘The Marshall Mathers LP’ do Eminem. Há tantas ondas, mergulhos e sons diferentes que o tornam interessante – para mim, eu digo. E é o mesmo se você ouvir qualquer álbum de Michael Jackson ou Stevie Wonder.

Você já conheceu o Eminem?
Houve uma oportunidade quando eu fui para o SNL com [o produtor] Rick Rubin. Eu disse: “Será que ele sabe quem eu sou?” E Rick disse: “A menos que você seja um rapper subterrâneo de Detroit, ele não vai.” Eu realmente queria conhecer Jay Z, e eu o conheci no ponto perfeito onde ele estava consciente [de quem eu era] para que pudéssemos ter uma conversa ao invés de eu apenas ser um cara que tira uma foto. Então eu vou esperar por isso com o Eminem.

Tem algum rapper que seria um sonho colaborar?
Meu rapper favorito para ouvir é o The Game. Ele é um rapper muito emotivo, você sente tudo o que ele diz. Ele é meu alvo. E eu acabei fazendo um álbum inteiro com ele que eu espero sair um dia em breve. Precisamos mexer nele, mas foi divertido. E muito fora do comum para nós dois.

Você disse que escreveu 120 canções para o seu último álbum. Você vai repetir isso para o próximo?
Bom, eu fiz 40 já – talvez mais, tipo 50 – e eu não estou planejando lançar por mais de um ano e meio, então é, eu quero fazer um pouco mais. Porque há ainda mais pressão agora para este álbum. Quando você tem uma companhia inteira dependendo de uma coisa, se eu não liberar as faixas boas, vai ser um pouco estranho.

Então esperar um ano e meio é mais estratégico do que artístico, em termos de quanto tempo você precisa para fazê-lo.
Eu provavelmente poderia lançar este ano. Mas eu não tive uma pausa entre o primeiro e segundo álbuns, nós estivemos em turnê por cinco anos sem pausar. Eu realmente quero ir morar na casa que eu comprei porque eu não vivi nela ainda.

Você já escolheu um título?
Não

Os seus últimos títulos foram + (plus) e x (multiply). Subtrair (-) e dividir (÷) estão fora de cogitação?
Elas foram as duas escolhas. Mas eu não sei que direção o álbum vai tomar. Todo título tem um tema. Multiply tem se chamado Multiply porque isso faz tudo o que esteve no Plus maior. Desde os lugares até as músicas, as rádios e as vendas. Eu não sei qual o tema do próximo álbum ainda porque eu não o fiz.

Os dois primeiros títulos de álbuns sugeriram crescimento e opções restantes são as que reduzem. Eu me pergunto se isso seria um retrocesso para você.
Não. Porque depende de como você olha para eles. Tipo minha ideia para um Subtract (subtrair) seria de não haver nada nele, apenas um disco acústico. Então não necessariamente. Portanto, não necessariamente dizer: “Oh, eu vou tirar a minha base de fãs”, mas sim tirar a produção. Assim, esses temas não são necessariamente negativos.

Seu video de ‘Thinking Out Loud’ tem quase meio bilhão de visualizações no YouTube. Você ficou preocupado em ser capaz de retirar toda a dança de salão quando fez ele?
Não, mas a gravadora ficou! É engraçado como muitas pessoas tomam crédito por seu material após o fato. Ninguém queria que fosse um single. ‘Photograph’ sempre foi a faixa que as pessoas achavam que seria a grande música. E então quando eu quis fazer a dança, todo mundo pensou que eu era louco. Mas se você coloca a sua cabeça em algo, você pode fazer. Então eu tive três semana, e dois dançarinos e professores muito, muito capacitados em turnê comigo, e nós apenas praticamos cinco horas por dia.

Quais outras habilidades você quer dominar?
Meu primeiro instrumento foi o piano e depois perdi o contato com ele. Então, eu adoraria voltar a isso. Que parece ser a única coisa que está faltando.

Você esgotou recentemente três noites no Wembley Stadium que é muito incrível. O que isso significa para você?
Eu fiz isso pela mesma razão que eu coloquei os shows no Madison Square Garden à venda – porque ninguém pensou que eu poderia fazer eles. É uma coisa estratégica. Então no próximo álbum, eu posso voltar e eu sou um candidato a levar a sério. Porque eu não sou necessariamente uma estrela. Eu não tenho benefícios de programas de TV e rádio porque eles vêem alguém como Lady Gaga vindo e ficam tipo, ‘Oh, nós vamos dar tudo à ela’. Eu estive em um programa de TV na Inglaterra em que Lady Gaga estava sendo entrevistada e eu iria tocar. Ela decidiu de repente que queria tocar uma música então o programa me tirou para a próxima semana. Isso nem faz tanto tempo. Então eu sinto que ha um equívoco em mim como artista, de que eu não sou tão sucedido. Então eu quis dizer ao mundo, ‘Na verdade, aqui estão três datas esgotadas no Wembley Stadium, vejo vocês no próximo álbum’. Eu quero sair deste álbum tão grande quanto ele ficar.

Como você se certifica de que fãs nos piores assentos tenham um bom show?
Tem um rapper na Inglaterra chamado Registry 2 e eu lembro quando eu estava pensando em ter uma banda, ele disse meio que “Você não precisa ter uma banda. Quando eu faço shows, tudo o que eles querem é vir e cantar sua música de volta pra você. Eles apenas querem gritar para você e aproveitar. Então só faça eles cantar”. Então meu jeito de entreter é me certificar de que todos estão envolvidos o tempo todo e cantando e dançando e se divertindo. Se eu for ao show do U2, obviamente eu vou ver Bono cantar, mas eu quero cantar tão alto como Bono.

Existe um nível que você sente que se você conseguir, ficará satisfeito?
No momento, Taylor [Swift] é referência na América e em muitos outros países. Na América, eu quero alcançá-la.

Se você ultrapassasse ela nas vendas, ela ficaria tipo: “Bom para você”, ou “Arg!”
Acho que levaria muito mais trabalho porque ela obviamente vêm cerca de 10 anos anos a mais que eu. Se eu passasse ela, eu acho que ela iria ficar mais competitiva e fazer mais coisas. Acho que seria saudável. Como ela me superando em vendas nos Estados Unidos, que é saudável para mim, porque eu agora quero chegar até esse ponto.

A propósito, o que está achando da comida?
Está saborosa. Churrasco é, tipo, uma coisa americana – nós não fazemos muito na Inglaterra.

O que você ama comer?
Hum, me faz parecer idiota se eu disser sushi? Acho que dizer isso me faz soar muito L.A., mas eu realmente gosto. Ou pizza. Pizza é como o sexo — mesmo quando é ruim, está tudo bem. [Risos]

Há uma música de que você está mais orgulhoso no momento?
‘The A Team’, apenas porque ganhou um prêmio na Inglaterra chamado Ivor Novello. Tem o Grammy, tem o Brit awards, tem o Billboard awards – todas essas premiações grandes, todas essas televisionadas, algumas são legítimas e outras não. Mas essa premiação é dirigida por compositores, votada por compositores – como Paul McCartney estaria no painel – e não é televisionada. Há apenas três prêmios por ano, e é uma coisa cobiçada. E ‘A Team’ foi contra ‘Rolling in The Deep’ da Adele e ‘Someone Like You’. Eu fui pensando que Adele iria ganhar porque ela ganha tudo.

Enquanto falávamos sobre sexo, qual é sua opinião sobre escrever músicas sobre sua vida pessoal?
Seja o mais aberto possível. Nunca esconda a verdade de seu público porque eles querem ouvir você ‘despido’. Se o Eminem tivesse feito aquela música ‘Kim’ não tão chocante, ninguém teria gostado. Mas porque ele foi tão nu e tão honesto, funcionou. Se você vai ser compositor, então tenha seu coração na manga e não se importe.

Você deve ter alguns encontros com fãs loucos. Alguma história boa?
Os fãs são sempre muito legais! Muito educados e agradáveis. Os pais são os que fazem coisas que eu acho estranho. Teve uma mãe em São Francisco que me pediu para dar o primeiro beijo da filha dela – e a filha dela tinha 9 anos. Ela disse tipo “Bom, Carrie Underwood fez isso para um garoto de 11 anos semana passada!” Se Carrie Underwood beija um garoto de 11 anos, ele vai para a escola no dia seguinte e eles dizem “Oh, você é o cara”. Seu uma garota de 9 anos vai para a escola e diz, ‘Eu fui beijada por um cara de 24 anos ontem”, vão chamar a polícia, sabe? [Risos]

Eu estou supondo que pedidos para ajudar com pedidos de casamento aparecem muito.
Todos os dias. Nós sempre dizemos não poque se é planejado, parece planejado. Ontem nós tivemos uma espontânea – um cara sentado na segunda fileira, sempre que podia abria um cartaz dizendo, “Proposta no palco?” e então fechava. E no meio do show eu pensei tipo “F*da-se, apenas suba!” Então foi legal. E eu senti algo por causa daquilo porque aquilo foi espontâneo – Eu fiquei emocionado assistindo. Então apenas depende.

Você tem tatuagens para marcar vários marcos em sua vida. Tem uma próxima em mente?
Eu queria ter uma dançarina para o vídeo de ‘Thinking Out Loud’, eu só não tive tempo para fazer.

Há algum limite para tatuagens?
Eu sempre disse que eu nunca vou fazer pescoço ou as mãos — nada que possa ser visto através de um terno, para que eu possa me casar.

Você foi o artista mais transmitido no Spotify em 2014. Como você se sente em relação ao debate sobre a compensação para músicos?
Elton John tocou no Wembley Stadium [nos anos 80] e os ingressos eram 2,50 libras. Eu vou tocar no Wembley e os ingressos custarão 150 libras. Eu não vendi discos na Noruega porque eles não [compram] discos – Spotify é o charts de lá. Mas o Multiply foi No.1 lá por 26 semanas, então eu posso tocar em um estádio lá agora… O Spotify funciona para algumas pessoas e para outras não. Taylor [Swift] escolheu não colocar os álbuns dela no Spotify, e [1989 é] o álbum mais vendido do mundo. Taylor já tem um público enorme então ela pode garantir que as pessoas vão ouvir seu álbum. Mas no meu segundo álbum eu queria que todos ouvissem. Eu estou dizendo por mim, eu amo tocar ao vivo, e quando eu faço um álbum, eu quero que seja transmitido em todas as plataformas de stream que possível. Mas a coisa que me deixa p*to em termos de rendimento dos streams ou mesmo de venda de álbuns é que as pessoas que perdem isso são a próxima geração. Eu me beneficiei das vendas de discos do James Blunt, do Plan B ou Paolo Nutini porque isso foi colocado em campanhas de marketing. Enquanto que, se não houver um rendimento sólido desses artistas agora, a próxima geração não terá as mesmas oportunidades.

Tem alguma ideia sobre ser solteiro – ou ficar entrando e saindo de relacionamentos – ser melhor para alguém escrever músicas românticas que estar em uma relação séria?
Eu não sei. Minhas músicas foram escritas [quando eu estou] em momentos ruins. Mas eu escrevi ‘Thinking Out Loud’ em um relacionamento muito, muito feliz. Se a minha música mais sucedida foi escrita em um momento feliz, talvez essa seja a chave. Eu não consigo me lembrar quem me disse isso, mas me disseram que se você pode escrever uma música feliz que não é brega, ela vai ser a maior música do mundo. Falaram tipo:”Olhe para ‘Uptown Funk’ e ‘Happy’ – ambas foram muito bem escritas e não são nada bregas, e se tornaram as maiores músicas do mundo.” Todos querem ouvir músicas felizes, mas as tristes são escritas mais porque as pessoas ficam mais tristes do que felizes, eu acho.

Bom nós basicamente acabamos. Mais há algo que eu não comentei ainda que você pensa tipo “Você sabe, ele seria esperto se me perguntasse sobre isso”?
Não. Suas perguntas foram muito interessantes e boas. Eu estou disposto a responder mais se você quiser fazer algumas bobas. Tem algo que quer saber e te disseram que você não podia perguntar? Porque você pode perguntar se você quiser. Eu não sou uma alma muito sensível.

Eu queria saber se você se arrepende de ter deixado escapar que a música ‘Don’t’ era sobre Ellie Goulding e Niall Horan.
Eu nunca deixei isso escapar. O que aconteceu foi que um jornal da Inglaterra imprimiu que isso foi confirmado quando nunca foi. Entramos em contato e eles retiraram a história. Mas obviamente o estrago já tinha sido feito naquele momento, porque todos os outros jornais publicaram. Então eu nunca realmente confirmei. Isso é interessante por causa do argumento que eu estava falando agora pouco sobre ser honesto. Eu tinha que ser o mais honesto possível na música porque se não, qual é a p*rra do ponto? Não haveria nenhuma raiva ou dor na canção se fosse muito doce e boa. A razão em que as pessoas ficaram ligadas nisso é porque todo mundo já ficou bravo daquele jeito em algum momento, que todo mundo odiou seu parceiro ou cônjuge tipo, “Não f*da com isto.” Para mim, isso precisava ser feito. Ela não precisava necessariamente ir ao álbum, mas definitivamente precisava ser escrita.

Há alguma música como essa no novo álbum?
‘Sing’ foi sobre alguém que o público talvez conheça. Mas ninguém sabe quem foi. Eu mantive isso em segredo. Ela sabe bem, porque eu conheci um de seus amigos e eles eram tipo “Oh, ‘Sing’ é sobre ela, certo?” Tem algumas no próximo álbum.

Já teve uma música que você se arrepende ou queria mudar?
Tem uma música chamada ‘The Man’. É uma coisa parecida com ‘Don’t’. Foi muito brutal e quando eu escrevi eu me senti de um jeito que eu não sinto mais agora. Eu não me sinto da mesma forma com ‘Don’t’ também, mas ‘The Man’ foi algo que eu tive que fazer mas eu provavelmente não precisava lançar.

Neste momento em sua carreira, seria possível sair com uma fã?
Eu acho que uma coisa impossível é sair com alguém que não sabe que eu faço música. Então sendo fã ou não, isso muda a percepção das pessoas sobre você. Eu não saio com pessoas na minha esfera.

Existe uma celebridade que você não conheceu que seria o máximo?
Eu mandei um email hoje para Bruce Springsteen. Eu descobri ontem que meu agente conheceu ele então eu disse, “Me dê o email dele, eu vou chamá-lo para um show”. Então vamos ver se ele vai aparecer. Ele é alguém que eu ia amar conhecer. Você não pergunta, você não consegue, sabe? Então eu enviei um email sendo tipo, “Venha para um show, estou tocando aqui”.

Malcolm Gladwell tem uma teoria de que leva 10 mil horas de praticar qualquer coisa para dominá-la. Você concorda?
Eu li isso quando eu tinha 13 anos, porque John Mayer costumava falar disso. Eu acho que é verdade. Eu estou chegando às 10 mil horas, e eu sou um músico profissional agora. Então isso definitivamente funciona.

NOTA: Essa foi a única vez em minha carreira como repórter em que o entrevistado essencialmente me pediu para perguntar coisas mais duras ou pessoais. Eu achei isso extremamente surpreendente e impressionante, como qualquer outro repórter, porque literalmente ninguém nunca faz isso durante uma entrevista (e eu passei minha viagem para casa me remoendo por não ter improvisado algumas perguntas melhores!)

Confira a entrevista em vídeo, e nossa galeria de fotos:

Fotos: Weekly Entertainment Magazine

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Fonte: Entertainment Weekly
Tradução e Adaptação: Ed Sheeran Brasil

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