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22.04
postado por: Mariana Martins
Clipe de ‘What Do I Know?’ e diário de Ed Sheeran para Red Nose Day na Libéria

Ed Sheeran visitou um vilarejo na Libéria como parte de sua contribuição para o Red Nose Day de 2017. Durante sua viagem, o cantor conversou e conheceu crianças que tinham sido impactadas pelo epidemia do vírus da ebola no oeste da África em 2014. A seguir, há o relato de Ed Sheeran:

Quando contei a amigos que eu estava indo para a Libéria, a maioria perguntou “Por que?” seguido rapidamente por um “Tenha cuidado”.

O Comic Relief me convidou para fazer um filme para o Red Nose Day e eu realmente queria fazer parte dele. Eu havia visitado Ghana há pouco tempo com amigos e todos que eu conheci foram tão positivos. Eu estava determinado em mostrar o mesmo lado otimista da Libéria.

Era meu primeiro dia filmando e eu estava no maior e mais perigoso “gueto” da capital da Libéria, Monrovia. Eu tinha passado a manhã visitando um projeto educacional que está usando o dinheiro do Comic Relief para ajudar crianças desfavorecidas no vilarejo. 

Tudo estava indo como planejado. Eu tive boas vindas fantásticas e mesmo que óbvio que todos estavam vivendo vidas difíceis, as crianças estavam todas felizes e sorrindo, correndo por aí. Eu sentei em uma de suas aulas, joguei futebol com alguns dos garotos e aproveitei um jogo depois da aula no parquinho. Ocorreu tudo como esperado. Havia otimismo por toda parte.

Então eu tive meu primeiro choque de realidade.

Uma jovem garota perguntou se ela podia cantar para mim. Ela disse que seu nome era Peaches e tinha esse enorme sorriso no rosto. Na minha cabeça, eu estava pensando o quão maravilhosa e positiva minha viagem havia se tornado. Eu estava vendo o país de verdade e isso era ótimo.

Enquanto ela cantava um maravilhoso hino, Peaches começou a chorar. Grandes lágrimas rolaram por suas bochechas. Eu a perguntei o que havia de errado e ela disse que estava triste pois seu pai era quem havia lhe ensinado aquela música.

O pai de Peaches foi uma das milhares de vítimas que morreram durante a epidemia de ebola no oeste da África. Quando ela ocorreu, o gueto foi trancado com centenas de famílias por sua própria conta. Enquanto cadáveres se empilhavam nas ruas, não havia comida ou remédios o suficiente dentro da quarentena.

Em minha inteira carreira, eu nunca havia chorado em frente às câmeras, mas naquele momento fiquei completamente emocionado. Não consegui imaginar o que aquela garotinha tinha testemunhado, então desmoronei. Me senti ridículo e culpado por chorar, mas não consegui me segurar.

Quando Peaches me convidou para ver onde ela morava, ela não conseguiu acreditar que eu aceitei. O grande sorriso voltou para seu rosto.

Enquanto eu fui em direção ao centro da favela, percebi que a tour da manhã tinha sido apenas a ponta do iceberg. Eu havia assistido aos vídeos feitos para o Red Nose Day e sempre pensado que não poderia ser tão ruim, mas realmente é. É mais do que apenas uma “sub-existência” para essas crianças.

É o inferno. Os becos são abarrotados de barracos de madeira que aparentam poder cair a qualquer momento. Eu tenho cuidado para não pisar no tanto de lixo e restos de comida revestindo o caminho, mas não há escapatória do cheiro. Milhares de famílias estão vivendo na miséria, e há um fedor de esgoto por todo o lado. É aí que Peaches chama de ‘casa’.

Enquanto ela orgulhosamente me mostra seu quarto, fico aliviado que aquela garotinha pelo menos tem um espaço só dela. Não consigo acreditar direito quando ela me conta que divide o barraco de dois cômodos com outras oito pessoas. Sua mãe, tia, irmãos, irmãs e primos estiveram dormindo lá desde que a ebola invadiu. Mesmo com apenas nós dois no quarto, é tão quente e sufocante que parece uma sauna.

Os lugares quentes e apertados para dormir são o menor dos problemas de Peaches. Não só ela perdeu seu pai para a ebola, como também perdeu sua educação. Com sua mãe impossibilitada de comprar livros ou uniforme, Peaches foi forçada a deixar a escola. A garota de 12 anos agora passa seus dias cozinhando, limpando, buscando água e fazendo qualquer coisa para trazer um pouco de dinheiro para ajudar a alimentar sua grande família. No pouco tempo livre, ela fica no parquinho da escola, louca para participar de uma das aulas. 

Nos dias seguintes, eu conheci mais e mais crianças como Peaches. As “sortudas” tem pais ou parentes que podem cuidar delas. As “azaradas” não tem lar e dormem no mais duro banco cercado por lixo e restos. A única coisa que eles têm em comum é que todos querem ir para a escola. Eles sabem que é sua única chance de escapar dessa vida infernal imposta a eles no gueto.

É tão diferente de minha infância no Reino Unido, que não parece real para mim. Na idade deles eu tinha um quarto com posters na parede e aviões de papel no teto. Estas crianças tem as roupas que vestem para dormir. É só isso. Não tenho vergonha em admitir que fiquei completamente impressionado.

Mas há esperança.

Com o dinheiro arrecadado através do Red Nose Day, a fundação Street Child Liberia tem trabalhado duro para reunir crianças sem lar com seus pais ou parentes e oferecem empregos para ajudar as famílias a voltarem a se manter. Eles têm usado o dinheiro arrecadado por pessoas generosas como vocês para ajudar duzentas crianças desfavorecidas a voltar para a escola – e agora Peaches será uma delas.

Vendo a diferença que o dinheiro está fazendo definitivamente se tornou o ponto alto de minha viagem. Eu estive envolvido com o Red Nose Day no Reino Unido por minha vida toda, mas é apenas estando no gueto da Libéria que eu finalmente faço uma conexão entre o que temos em casa – e agora nos Estados Unidos também – e o que significa para uma criança como Peaches.

Custa apenas $60 para prover a uma criança, vivendo e trabalhando nas ruas da Liberia com tudo que eles precisam para ir a escola por um ano inteiro. Eu gastei isso numa rodada de drinques há um tempo, o que é insano. Mas não é apenas papel e caneta que o dinheiro compra, mas sim um futuro. Peaches nunca mais verá seu pai, mas ainda tem tempo de salvar sua educação. Com sua ajuda, ainda mais pessoas como Peaches podem ter a chance de uma vida melhor na Liberia. Elas só precisam de uma mão para ajudá-las.

Vídeo do Red Nose Day de ‘What do I Know?’ de Ed Sheeran na Libéria.

Fonte: People
Tradução e Adaptação: Ed Sheeran Brasil

20.04
postado por: Natália Martins
Ed Sheeran diz que sua nova tatuagem tem erros ortográficos

Há uma canção no último disco de Ed Sheeran chamada “Galway Girl” que se você for a um bar irlandês onde eles tocam música pop, você com certeza pode ouvir todas as vezes até os próximos cinqüenta anos. A música chegou ao disco porque Sheeran insistiu que os irlandeses estavam sedentos de uma música pop específica da região.

Ele não estava errado, o lyric video acumulou cerca de 40 milhões de visualizações, enquanto a música atualmente se situa em #53 nas paradas da Billboard. Sheeran recentemente filmou um vídeo para a música também, e em um show, compartilhou uma história sobre como ele acidentalmente deu errado.

O vídeo aparentemente apresenta Saoirse Ronan como a Galway Girl. No clipe, ela deveria tatuá-lo (de verdade) com a frase “Galway Girl”. (Sheeran tem uma longa história de amar tatuagens ruins). Em vez disso, Ronan decidiu acabar com seu amor tatuando: Galway Grill. G-R-I-L-L, como o eletrodoméstico.

“Ela realmente tirou sarro de mim com esta”, Sheeran disse a uma multidão. “Estou na verdade orgulhoso dela, é o tipo de coisa que eu faria.”

Ele provavelmente vai consertar isso, mas por enquanto, apenas ria da tatuagem de Ed Sheeran.

Assista a um vídeo feito por uma fã mostrando o momento em que Sheeran contou a história:

Fonte: Billboard
Tradução e Adaptação: Ed Sheeran Brasil

 

 

19.04
postado por: Mariana Martins
VÍDEO: Ed Sheeran faz performance de ‘Castle on the Hill’ no Tonight Show

O cantor Ed Sheeran realizou uma apresentação durante a noite desta terça-feira (18) no programa “Tonight Show”, apresentado pelo comediante Jimmy Fallon. A música escolhida para a performance foi ‘Castle on the Hill’, de seu último álbum ‘÷’ (Divide).

Depois de um mês de lançamento de seu álbum, o britânico continua trabalhando forte em apresentações de divulgação – e está dando resultado: seu single “Shape Of You” ocupou a primeira posição do ranking “Top 100” da revista Billboard por três meses, sendo considerado um dos maiores medidores de sucesso comercial do mundo.

Fallon introduziu a performance chamando o álbum de “maior lançamento do ano” – o que tudo indica ser verdade até o momento. Confira:

Fonte: Pop Cultura
Adaptação: Ed Sheeran Brasil

19.04
postado por: Mariana Martins
Ed Sheeran ganha vídeo de dança de “Shape Of You” feito por brasileiros

O cantor britânico Ed Sheeran fez um tremendo sucesso com seu último álbum de estúdio, ÷, que foi lançado no mês passado.

E “Shape Of You”, uma das faixas do disco, foi um verdadeiro hit. Agora, a canção recebeu um dance video oficial, feito pela Warner Music Brasil em parceria com a Noize.

O clipe é uma perfeita representação da inspiração por trás da composição do cantor: como a letra não é específica, Sheeran afirmou que a canção celebra todos os tipos de amor, independente do formato do corpo, personalidade ou preferência sexual.

E o vídeo conta com muita representação. Mesmo com características completamente diferentes, todos os dançarinos são talentosíssimos e mandam muito bem na coreografia, que foi criada por Arielle Macedo.

Confira o vídeo logo abaixo.

Fonte: Tenho Mais Discos que Amigos!
Adaptação: Ed Sheeran Brasil

10.04
postado por: João V. Wasquevite
Ed Sheeran acerta acordo onde terá que pagar US$ 20 milhões por acusação de plágio em Photograph

Por mais de um ano Photograph vem sendo alvo de produtores que acusam que a canção foi plagiada de outras músicas. Ano passado, em junho de 2016, os produtores de Matt Cardle, um dos vencedores do X-Factor, fizeram uma acusação do ruivo ter copiado sua faixa ‘Amazing’, lançada em 2010. Uma comparação feita, mostrou que as duas músicas possuem mais de 30 notas indênticas.

Nesta segunda (10), de acordo com a revista “The Hollywood Reporter“, o Ed chegou em um acordo com os compositores Martin Harrington e Thomas Leonard. Os advogados exigiram US$ 20 milhões como indenização que foi pago dando fim ao processo. Vale ressaltar que a ação foi feita pelos escritores pela canção, e não pelo cantor. Ano passado ele mesmo ressaltou que não estava de acordo com a situação.

Você pode ouvir a música em questão abaixo:


Qual sua opinião sobre isso? Será mesmo que um cantor como o Ed precisaria plagiar uma canção? Seria como dar um tiro no próprio pé…

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